O grande momento

É com imenso prazer que convidamos todos os amigos que acompanham nossas jornadas para celebrar o lançamento de “Candiota Natural – Sociedade, Cultura e Ambiente”.

Será no dia 10 de JUNHO às 19h no CTG CANDEEIRO DO PAGO na cidade de CANDIOTA-RS.

Programação:

- Projeção de imagens

- Apresentações artísticas

- Produtos regionais

Agora, nosso maior desejo é que esta obra seja muito mais que um conjunto de belas imagens. Mas uma janela por onde sejamos capazes de enxergar um mundo melhor. Um mundo, onde somos os protagonistas de nossa própria história. Muito Obrigado a todos que nos ajudaram das mais diversas formas para tornar este sonho possível!

Esperamos a todos, em Candiota, para participar de um evento, naturalmente, inesquecível.

Divulgação lançamento

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Olhares focados em Candiota

Confiram algumas das matérias que registraram a produção do documentário Candiota Natural e sua repercussão nas mídias locais:

 

DIÁRIO POPULAR – JORNAL E WEBSITE

 

  • 1º Episódio:

MATÉRIA: Histórias e cenários do pampa ainda pouco conhecido

http://www.diariopopular.com.br/index.php?n_sistema=3056&id_noticia=NjMyMA==&id_area=Mg==

VÍDEO: Descobrindo Candiota: a terra escondida

 

 

  • 2º Episódio:

MATÉRIA: Campos do município revelam descobertas sobre a história gaúcha

http://www.diariopopular.com.br/index.php?n_sistema=3056&id_noticia=NjM2OA==&id_area=Mg==

VÍDEO: Descobrindo Candiota: Campos do município revelam descobertas

 

 

  • 3º Episódio:

MATÉRIA: Economia e preservação para o pampa gaúcho

http://www.diariopopular.com.br/index.php?n_sistema=3056&id_noticia=NjQ1MA==&id_area=Mg==

VÍDEO: Descobrindo Candiota: Economia e preservação para o pampa gaúcho

 

 

PROGRAMA TERRA SUL – Embrapa Clima Temperado e Emater Regional Pelotas

 

 

  •  1º Episódio:

Potencialidades do turismo ecológico

 

 

  • 2º Episódio:

Resgate histórico

 

 

  • 3º Episódio:

RS Biodiversidade

 

 

  •  4º Episódio:

O documentário

 

 

Deixamos aqui, nossos mais sinceros agradecimentos a todos os parceiros que, em algum nível, colaboram com a realização e difusão deste trabalho, revelando um lugar antes pouco conhecido e valorizado por sua cultura e belezas naturais.

Até breve!

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Making of – a vida e a arte

Será que a arte imita a vida, ou a vida imita a arte? Esta é uma questão para se pensar, ou pelo menos tem sido bastante pensada em nossa cultura. Se voltarmos o suficiente no tempo, descobriremos que sem vida a arte não poderia ser vista, apreciada, nem declamada ou pintada, sem vida a arte simplesmente não existiria. Tudo bem, a vida pode ter surgido antes da arte, mas em algum ponto, através de muitos milênios a vida acabou tomando consciência de si, e naturalmente, fez arte. Hoje, a arte tem vida própria e pode até depender de nós para existir, mas a verdade é que também dependemos dela e de sua magia. Por isso, sejamos simples, fazendo arte, imitando a vida.

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As expedições para a captura de imagens duraram cerca de três meses e conforme já havíamos contado anteriormente, nos deram a oportunidade única de conhecer pessoas de verdadeira humildade e simplicidade. Talvez esta seja a maior gratificação que se recebe ao realizar um projeto como o “Candiota Natural”. Daí surge a chance de dar este mergulho em realidades invisíveis a maioria, e principalmente, a chance de trazê-las à tona.

Expedição na barragem do Arroio Candiota

Expedição na barragem do Arroio Candiota

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Sr. Roni, amigo da equipe sempre disposto a navegar.

A equipe de produção na Estância do Paredão. Gratidão os amigos Magaiv, Jarrão e Ramão que nos acompanharam nesta aventura.

Na maioria das vezes nosso dia começava bem antes dos primeiros raios de sol despontarem no horizonte, pois nessa hora já era necessário estarmos preparados para aproveitar uma das melhores luzes do dia, “a hora de ouro” preferência para grande parte de nossas imagens. O entardecer também é muito apreciado por sua luz, que é quase um banho de cores laranja e vermelho.

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Pela primeira vez produzimos um vídeo inteiro composto por trilha sonora original (Ouça a trilha em: http://snd.sc/YMvkCi), dando mais um tempero a obra. Comparado ao início de vida do Rastro em que filmávamos com câmeras bem amadoras!!

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Assim são os desafios, quanto mais os enfrentamos, mais diversificados eles se tornam. Essa é a magia da arte, a eterna transformação, e, a propósito, também assim, em constante mudança, segue a magia da vida.

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Trilha Sonora Natural

Trilha Sonora

“A música exprime a mais alta filosofia numa linguagem que a razão não compreende.” Arthur Schopenhauer.

Grandes pensadores de diversas áreas, entre artistas, filósofos, cientistas, em todos os tempos, expuseram sua visão sobre a música. Este conjunto de acordes que quando combinado soa agradável ao ouvido, surgindo e desaparecendo abruptamente, crescendo e crescendo até explodir e ressurgir suavemente no próximo compasso. Esta mistura de sons que embala a evolução dos costumes sociais e, a sua própria maneira, também evolui e se reinventa, fascinando o ser humano e causando um profundo impacto, inclusive, no que se refere a imagem. A trilha sonora certa pode transformar o sentimento do observador durante a apreciação de uma cena, podendo conduzir a diferentes emoções, da comédia ao suspense.

Trilha sonora

Em nossa busca pela trilha sonora certa, tivemos a imensa sorte de contar com a realização do III Festival Internacional SESC de música, realizado na cidade de Pelotas/RS nos dias 14 a 26 de janeiro. Coincidentemente, durante o evento fechamos parceria com participantes desta festa musical. Os músicos se mostraram dispostos a realizar a composição e a gravação em estúdio da trilha sonora do documentário “Candiota Natural”. Ao realizar o contato com a equipe responsável pelo festival, fomos apresentados a Fernando Mattos (na primeira foto tocando alaúde), brasileiro nascido no Rio Grande do Sul, professor da UFRGS, compositor, arranjador, musicólogo e instrumentista. Suas atividades incluem ainda as áreas do cinema e do teatro, com investigações em música eletrônica, direção artística de grupos musicais e um doutorado em composição musical.

...

Nos reunimos com sua turma de estudantes, que nos impressionou com o talento e a criatividade de suas composições. Fernando Mattos, Davi Tuchtenhagen, Guilherme Tavares, Rennã Fedrigo, Otávio DelleVedove, Nando Barcellos e Ricardo Silva são os músicos que marcarão o fundo musical de “Candiota Natural”. A mixagem, gravação e a masterização foram realizadas no “A Vapor Estúdio”.

Trilha sonora

Para somar nesta construção de emoções também contaremos com o talento da compositora internacional Yaya Claudia Fuentes que, diretamente, do Chile gravou uma das músicas que farão parte desta obra. Yaya está em visita ao Brasil e participará do lançamento do documentário.

yaya

Instrumentos utilizados para a composição da melodia:
Cuerdas – cuatro venezolano y Gopichand de India
Dan moi de Vietnam – arpa de boca
Chas chas y palo de agua . sonidos de agua
Percusión – Udú de Africa . Maracas
Trueno – African Thunder

Blog de Yaya: www.claudiafuentes-yaya.blogspot.com

Hang: https://www.youtube.com/watch?v=I7neJZWeFWA

Mantemos a sensibilidade aguçada, temperada com um frio na barriga,  a medida que o tempo passa e o lançamento se aproxima. Continue acompanhando esta aventura coletiva.

Trilha Sonora de “Candiota Natural” por:

1) Tempo Feio (Davi Tuchtenhagen)
violões: Davi Tuchtenhagen e Guilherme Tavares

2) Pampa (Rennã Fedrigo)
flauta: Otávio DelleVedove
violão: Rennã Fedrigo
acordeom: Davi Tuchtenhagen

3) Sol do Chamamé (Rennã Fedrigo / Davi Tuchtenhagen)
violão: Rennã Fedrigo
acordeon: Davi Tuchtenhagen
caxixi e cajon: Nando Barcellos

4) Abertura Candiota (Rennã Fedrigo)
acordeom: Davi Tuchtenhagen
viola de arame e alaúde barroco: Fernando Mattos
saxofone e flauta: Otávio DelleVedove

5) Æstas Phantasie [Fantasia de Verão] (Guilherme Tavares)
alaúde barroco: Fernando Mattos

6) Improviso de alaúde (Fernando Mattos)
alaúde barroco: Fernando Mattos

7) Milonga (Davi Tuchtenhagen)
violão: Davi Tuchtenhagen

8) Improviso de viola nº 1 / Improviso de viola nº 2 (Fernando Mattos)
viola: Fernando Mattos

9) Passageiro (Rennã Fedrigo)
flauta: Otávio DelleVedove

10) Ao Natural (Otávio DelleVedove)
saxofone: Otávio DelleVedove

11) Gineteada (Ricardo Silva)
violões: Ricardo Silva e Guilherme Tavares

12) Campeira (Ricardo Silva)
violão: Ricardo Silva

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O sopro do vento

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Espírito, do latim “spiritus”: sopro respiração, também se referindo a alma, coragem, vigor.

Sim, conhecemos as canhadas, palcos históricos de sonhos republicanos, escaramuças violentas. Caminhamos pelas mesmas coxílias que Neto, Bento Gonçalves, lanceiros negros e tantos outros heróis anônimos. Sentimos soprar o vento sul que mesmo no verão, faz menção ao inverno. Retratamos a fauna, a flora, a vida, a morte e a não vida. No caminho encontramos amigos, sim, queridos amigos. Mas ainda nos faltava algo, um estalo, um sopro, que faz toda a diferença, como um clima caseiro de horário do jantar, uma tarde arrastada na rede em um alpendre qualquer, uma sensação de estar absolutamente sentindo-se em casa.

escaramuca

A batalha dos Farrapos, obra de José Wasth Rodrigues, em óleo sobre tela mostra a imagem de como era uma escaramuça.

Porém, não falta mais. Após algumas expedições e a publicação no jornal “Tribuna do Pampa” explicando o trabalho, percebemos que grande parte da população já está interada com o que estamos fazendo na cidade e da mesma maneira com que os contatos pessoais foram profundamente positivos, o contato em massa também está se mostrando favorável e compreensivo com nossas ações.

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O aconchego do lar sob o manto da lua no assentamento Madrugada.

Essa percepção de que Candiota começa a nos enxergar surge de pequenos encontros no mercado, no posto de gasolina, passando pela rua, algo que nem passou por nossas cabeças quando decidimos participar do edital de seleção pública da Eletrobras – CGTEE e escrever o projeto. Primeiramente, pensamos  em todos os detalhes da produção e no final, fomos contemplados. Hoje, cumprir nossas projeções, por mais que não seja tarefa fácil é um verdadeiro deleite. As tarefas para a realização de um filme vão bem além das filmagens. É preciso um constante trabalho de produção para escolha de locais, comunicação com pessoas da região, criação de trilhas originais, edição, arte final e por aí vai.  Por sinal, grande parte do trabalho já foi realizada e estamos começando a chegar perto de saciar nossa sede por imagens que sejam capazes de transmitir a essência de Candiota. Ainda faltam algumas áreas para visitar, mais algumas noites sob a luz da lua, um velho roteiro para seguir. Mas entre tantos detalhes, vamos revelando devagar e aos poucos, até chegar na alma, da mesma forma com que faz o vento minuano.

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Candiota e a simplicidade da vida

“Uma terra de changueadores, guasqueiros e vagabundos, repleta de história e natureza.”

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Pôr-do-sol energizante ilumina os campos nativos do Pampa

A cada nova expedição as gravações do documentário Candiota Natural levam nossa equipe por estradas cada vez mais distantes e matas mais cerradas. Graças, é claro, à ajuda de pessoas que tem se tornado além de guias e colaboradores, mas verdadeiros amigos que compreendem a importância deste filme tanto quanto nós. Pessoas que nos ensinaram coisas como o antigo significado da palavra “vagabundo”, referindo-se aos viajantes que aqui viviam fora da lei, e também, como confeccionar um pala de tear, companheiro fiel de inverno.

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Ponte de madeira sobre o Rio Jaguarão, separando os municípios de Candiota e Aceguá/RS

Mas para ir à busca da vida selvagem, precisávamos visitar lugares afastados da presença humana. Adentramos e nos emaranhamos através dos assentamentos criados pelo INCRA e das matas de galeria do Arroio Candiota e do Rio Jaguarão. Encontramos paisagens fotogênicas que pareciam estar esquecidas no tempo, mas com um olhar mais atento, revelavam-se os lares de muitas pessoas de verdadeira humildade, que vivem muito bem longe dos grandes centros urbanos e suas comodidades exageradas.

É de grande emoção para nós, o carinho com que estamos sendo recebidos nos assentamentos, é desta forma que o documentário Candiota Natural está sendo construído, como uma ponte que atravessa todas as nossas diferenças e mostra que as semelhanças são muito mais importantes, o que vem sendo fator essencial para a qualidade de nosso trabalho. Do mesmo modo, outro objetivo dessa obra é destacar o quanto a infinidade de relações sociais, como a troca de saberes e de experiências, soma uma minúscula parte de um complexo de trocas energéticas mais vitais do que, muitas vezes, somos capazes de perceber, envolvendo a biodiversidade como um todo.

Galpão de ferramentas na Chácara das Corujas. Propriedade privada, fora dos assentamentos

Garotos à cavalo observam a produção do documentário e pousam para a foto. Seus futuros estão divididos entre a continuidade do trabalho no campo e a saída para a vida urbana.

Garotos à cavalo observam a produção do documentário e pousam para a foto. Seus futuros estão divididos entre a continuidade do trabalho no campo e a saída para a vida urbana.

Passamos os últimos dias transitando entre o convívio nos assentamentos e o isolamento nos campos. Dentro das matas ciliares, no fundo de extensos vales, encontramos um universo a parte, de uma beleza selvagem, que com investimento por parte do governo, dos grandes empreendimentos estabelecidos na região e principalmente da população, possui potencial para desfrutar do turismo e de todos os benefícios agregados a essa atividade econômica.

Confraternização Evangélica reúne família e amigos para comemorar o aniversário de Ronaldo (segurando a bandeja) no Assentamento Madrugada.

Confraternização Evangélica reúne família e amigos para comemorar o aniversário de Ronaldo (segurando a bandeja) no Assentamento Madrugada.

Além das belezas inerentes ao cotidiano simples da região, destacaram-se nesta aventura as nascentes do Rio Jaguarão, as veredas entre caraguatás e os córregos em meio às matas, veias que mantém a vida e a paisagem sulina em constante transformação.

Equipe do Rastro e Cássio Lopes realizando o trabalho de campo, juntamente com o "cusco" companheiro.

Equipe do Rastro e Cássio Lopes realizando o trabalho de campo, juntamente com o “cusco” companheiro.

Nesse tempo, reforçamos a visão de que é preciso encontrar formas saudáveis de interagir com a natureza e estamos ansiosos para transmitir isso ao público. Cabe a nossa equipe continuar a pintar cenas dessas realidades, que são, na verdade, partes de um município cuja importância econômica internacional, alvo de debates em todos os setores, contrasta com a simplicidade daqueles que o habitam.

Simplicidade calma e serena representada pela revoada de maçaricos (Phimosus infuscatus)

Simplicidade calma e serena representada pela revoada de maçaricos (Phimosus infuscatus)

Simples ou complexa, Candiota é um manancial de belezas raras capazes de ensinar lições valiosas aos “vagabundos” que se atrevem a desvendá-la, através de suas raízes culturais, ambientais e econômicas que sustentam a sociedade, afinal de contas, parafraseando o filósofo alemão Johann Goethe : “A beleza ideal está na simplicidade calma e serena”.

” Partes da diversidade”

Tesourinha (Tyrannus savana) em pose imponente

Tesourinha (Tyrannus savana) em pose imponente

Cigarra (Cicada sp.) logo após metamorfose

Cigarra (Cicada sp.) logo após metamorfose

Capivara (Hidrochoerus hidrochoeris) e ema (Rhea americana) criados no interior das instalações da Companhia Riograndense de Mineração - CRM

Capivara (Hidrochoerus hidrochoeris) e ema (Rhea americana) criados no interior das instalações da Companhia Riograndense de Mineração – CRM

Ovo de ema (Rhea americana), animal nativo da América-do-Sul muito confundido com o seu primo africano, o avestruz (Struthio camelus) .

Ovo de ema (Rhea americana), animal nativo da América-do-Sul muito confundido com o seu primo africano, o avestruz (Struthio camelus) .

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Manancial Histórico:

Entrada de uma caleira (forno de queimar cal)

Setembro de 1836, em algum lugar ao sul:

…Antônio de Souza Netto, depois de localizar os imperiais, vinha em marcha resoluta, a ponto do Major João F. Caldwell profetizar que “Netto vinha para triunfar”.

Ao se confrontarem, as forças descarregaram suas armas de fogo, mas depois houve o predomínio das armas brancas. 

Netto havia recomendado aos seus: “Camaradas, não quero ouvir um tiro mais… “À carga, à espada e lança!”. O combate foi terrível.

Inicialmente Silva Tavares (comandante imperial) carregou com vantagem e fez os farroupilhas recuarem, levando-os de vencida. 

Nesse momento há um total desarranjo do combate. A cabeçada do freio da montaria de Silva Tavares é cortada, e seu cavalo sai em disparada. Criando-se assim um grande alvoroço entre os seus. 

David Pereira, querendo corrigir a ação, vendo a gente do Netto voltada para aquela inesperada confusão, manda o Tenente Pedro José Nunes compor a ala direita e arremete outra vez, para recuperar terreno. Atingido por um um tiro na coxa, cai do cavalo e sua gente se dispersa. 

O combate que se anunciara pressurosa se esfacela num instante.

Antônio de Souza Netto fica vitorioso em campo…

O trecho de texto que você acabou de ler foi escrito por Cassio Lopes, historiador de Bagé, há muito encantado com as historias de Candiota. Foi ele quem muito atenciosamente levou nossa produção para conhecer os pontos históricos do município, que estão nos ajudando a compor o capítulo de “Candiota Natural” dedicado ao resgate histórico. Tivemos a oportunidade de caminhar pelas paisagens berço da república riograndense e palco de sangrentas peleas durante a Revolução Farroupilha.

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O Historiador Cassio Lopes guia a nossa equipe pelas paisagens sulinas.

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Perspectiva do interior das caleiras (fornos de queimar cal) remontantes do séc. XIX.

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Mausoléu do Brigadeiro Manoel Lucas de Lima

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Ruinas do Cemitério Alto Santa Rosa

Pudemos perceber detalhes que poucos moradores conhecem até então, como os fornos de queimar cal que surgem no meio da mata, datando de tempos remotos, quando o local ainda era campo. Conhecemos a Vila do Tigre, o vilarejo mais antigo de Candiota e o cemitério do Alto da Santa Rosa, onde a natureza brota do mausoléu. Este local chamou a nossa atenção e também a de Jayme Monjardim, diretor de “O Tempo e o Vento”, que o utilizou para gravar uma cena dramática para o longa. Por último (Por enquanto! Precisamos guardar alguns segredos para o filme!) destacamos a estação férrea, com toda a sua beleza nostálgica, capaz de cativar os olhos e aflorar a imaginação, nos levando a perguntar, como era a vida no Rio Grande de outrora? Para nós, conhecer o passado ajudou na compreensão do presente.

Confira outros causos sobre Candiota clicando aqui

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